sábado, 15 de julho de 2017











O médico e o diretor do Hospital São José, em 
Ilhéus, no sul da Bahia, foram ouvidos pela Polícia
 Civil nesta sexta-feira (14), na investigação que 
o parto realizado na Maternidade Santa Helena, 
anexa ao hospital. Em depoimento, o médico que 
fez as duas ultrassonografias de Cleidiane admitiu 
à polícia que pode ter errado no último exame da 
paciente.
O primeiro a ser ouvido pela polícia foi o diretor 
do hospital e maternidade de Ilhéus. Ele disse que
conversou com toda a equipe que atendeu Cleidiane
e que, por conta do resultado do exame, eles 
prepararam a cirurgia pra um parto de duas crianças. 
A surpresa veio quando eles viram que só tinha uma
criança.
A delegada disse ainda que outras seis pessoas vão 
ser ouvidas, entre elas o médico que fez o parto e 
algumas das pessoas que presenciaram a cirurgia.









confirmou a versão de Cleidiane de que o exame 
indicou que ela estava grávida de gêmeos. O exame 
foi feito quando ela estava com 37 semanas de 
gravidez.
Versão da técnica de enfermagem= Uma técnica em
O atendimento pré-parto feito pela técnica de 
enfermagem, que não quis se identificar, ocorreu 
em um consultório da unidade de saúde. A profissional 
disse que a paciente deitou em uma maca e que 
utilizou um equipamento específico para ouvir os 
batimentos dos supostos dois bebês que ela disse
que estava esperando, mas só conseguiu escutar 
um coração bater.
A dona de casa diz, no entanto, que antes do parto, 
uma funcionária da maternidade ouviu o coração dos 
dois bebês. A mulher afirma que estava grávida de 
gêmeos porque uma ultrassonografia realizada por 
ela em uma clínica particular, 21 dias antes do parto, 
indicou que ela esperava duas crianças. "Na hora 
que eu dei entrada no hospital, a mulher foi e deu o 
toque e escutou o coração dos dois lados. Escutou 
dos dois e falou que os dois estavam bem", disse 
Cleidiane.
Fonte: G1

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